Conecta Parauapebas e Região | 06/07/2026
Mulher identificada pelas iniciais J.L.F. foi conduzida à Delegacia de Polícia Civil na tarde do último domingo (5), suspeita de envolvimento em um caso de maus-tratos contra um bebê de apenas 1 ano de idade, no Bairro Rio Verde, em Parauapebas, no sudeste do Pará.
Segundo informações registradas pela polícia, a mãe da criança relatou que havia saído para trabalhar e deixado o filho aos cuidados da babá, pessoa em quem confiava para acompanhar o menino durante sua ausência.
De acordo com o relato, ao acessar as imagens de uma câmera de monitoramento instalada no quarto da criança, a mãe teria encontrado cenas que indicariam agressões contra o bebê. Ainda conforme as informações, o menino apresentava escoriações que seriam compatíveis com os fatos registrados pelas câmeras.
A ocorrência teria acontecido durante a madrugada de domingo. Após ser acionada, uma equipe policial foi até o endereço informado e realizou os primeiros levantamentos sobre o caso.
A suspeita e a criança foram encaminhadas à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos cabíveis. A Polícia Civil ficará responsável pela investigação, incluindo a análise das imagens do sistema de monitoramento e de outros elementos que possam ajudar a esclarecer as circunstâncias do caso.
O caso ganhou repercussão nas redes sociais após familiares da criança se manifestarem pedindo justiça e a responsabilização da suspeita.
Em uma publicação, uma tia do bebê relatou a indignação da família e afirmou que a mãe da criança trabalha diariamente para garantir o sustento do filho e havia confiado os cuidados do menino à babá.
“Esperamos que a Justiça seja feita. Minha irmã trabalha dia e noite para sustentar o filho dela e recebeu essa pessoa com carinho para cuidar do bem mais precioso que ela tem”, escreveu a familiar.
A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer todos os detalhes da ocorrência e definir as medidas legais cabíveis.
A suspeita teve apenas as iniciais divulgadas em respeito ao princípio da presunção de inocência, previsto na legislação brasileira, uma vez que ainda não há condenação definitiva.